quarta-feira, 14 de outubro de 2015

E A SELEÇÃO? GOSTOU?


Vencer a Venezuela era uma obrigação. Os três pontos obtidos foram importantes para não ficarmos muito distantes dos primeiros. Quanto ao comportamento da seleção, bem quando ao comportamento muito pouco pra comentar. Jogamos contra um time sem qualidade e mais uma vez mostramos pouca qualidade. Tocar a bola de cá pra lá virou lugar comum no futebol. Na partida de ontem alguns jogadores quiseram resolver individualmente de qualquer maneira e acabaram comprometendo o lado coletivo. E foram poucas as finalizações. Quando as jogadas fluem pelas extremas o gol fica mais 
próximo. Vários lances foram proporcionados por William e Douglas Costa com pouco aproveitamento. Para que isso se torne realidade e mais treinamentos. E as jogadas ensaiadas também fazem parte dessa filosofia. Estamos muito longe disso. E os adversários além de chegar junto já não respeitam mais os brasileiros e as provocações e jogadas violentas viraram uma constante. William, Douglas Costa e Filipe Luís foram os principais destaques do time. Os demais não comprometeram. Valeu pela vitória, mas muita coisa precisa ser aprimorada para que as esperanças se renovem e o torcedor possa dar crédito a nossa seleção. É isso aí.

Um comentário:

Sergiodaradiojau disse...

Não gostei do que vi e sigo achando que Neymar, pelo que se nos mostrou em oportunidades anteriores com a camisa da seleção, não é a nossa principal referencia. De quebra, acho que há muita gente boa em ação no futebol brasileiro, suprimida porque à CBF o que vale é o quanto vai entrar no caixa com a convocação deste ou daquele jogador.
Isso posto, tenho cá comigo que, a perdurar esse jogo de interesses, a seleção tá mais prá ficar em casa do que ir à Russia. Já não vai à Copa das Confederações e se bobear, babau Copa do Mundo.
Depois do que vi e ouvi falar, através de alguns "porta-vozes oficiais da entidade", de algumas Copas a esta parte, não me iludo mais e me atrevo a afirmar que esse negócio de "hexa" é um engodo publicitário porque à luz da verdade, somos apenas bicampeões. Os terceiro, quarto e quinto títulos conquistados alternadamente não contam para efeito de sequencia lógica e nem sei se vale a pena torcer como dantes se torcia nos bons tempos em que a seleção era feita de homens de verdade, acima dos craques com todas as letras que tivemos no passado e que honraram a Pátria nos campos do mundo, encantando o Universo com um futebol digno da nossa tradição, sem as frescuras dos dias de hoje.