quarta-feira, 1 de maio de 2013

O HERÓICO PALMEIRAS

No primeiro tempo até que chegou a equilibrar as ações, mas não fosse o goleiro Bruno o Palmeiras teria amargado uma derrota ontem em Tijuana. O zero a zero deve ser considerado um excelente resultado por vários motivos. Jogar em grama sintética é coisa que time brasileiro dificilmente faz. Outro detalhe é que o time dirigido por Gilson Kleina tem muitas limitações. Espero que a empolgação do empate não prejudique a atuação na partida de volta dia 14. Os mexicanos com certeza virão para jogar por um empate com gols, que os classificaria. O Palmeiras se empatar em zero levaria o jogo para as penalidades. Empate com gols elimina a equipe brasileira. O melhor é impor seu futebol marcar gols e vencer o jogo.

Apesar dos esforços o Real Madrid parou nas semifinais da Liga dos Campeões da UEFA. Já nos primeiros movimentos deu para observar a inoperância ofensiva dos merengues e a excelente formação da defesa germânica. No final os dois gols premiaram os esforços do Real Madrid, mas, foram insuficientes para a classificação. Hoje o Barcelona tentará o milagre que o Real não conseguiu. Marcar cinco gols e não sofrer nenhum contra o Bayern de Munique parece coisa impossível para Messi e seus companheiros. Tudo leva a crer que teremos uma final com muito Chopp, salsicha e chucrute em Londres.

O Corinthians sabe o que lhe aguarda esta noite na Bombonera. Os boquenses não esqueceram a derrota da final do ano passado. E com a volta de Riquelme a equipe argentina pretende sair na frente. Cássio retorna ao time alvinegro que terá com certeza mais segurança defensiva e se Emerson Seik estiver inspirado a vitória poderá ocorrer em Buenos Aires. 

2 comentários:

Gilson Junior disse...

Transmitindo o jogo ontem, pudemos observar que o Palmeiras fez o mínimo para sair com um resultado que o agradasse. Pena, pois o Tijuana pode surpreender no jogo do dia 14/05 em SP.

EDEMAR ANNUSECK disse...

De qualquer forma Gilson "melhor um pássaro na mão do que dois voando" não é verdade. O negócio é acreditar em nova superação porque é "disso que o povo gosta".