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sexta-feira, 24 de março de 2017

TITE... QUEM DIRIA



Em Março de 2016 nosso futebol estava desacreditado. Nossa seleção empatando com Uruguai e Paraguai em dois gols acabou sofrendo uma metamorfose que ninguém esperava. Adenor Leonardo Bachi, 55 anos foi chamado para substituir Dunga e a partir de então a Seleção Brasileira não perdeu mais. Foram 7 jogos nas Eliminatórias, 7 vitórias, 20 gols marcados e apenas 2 sofridos. Como se explica se a maioria dos jogadores que foram utilizados por Dunga continua jogando. Seria um milagre? O que aconteceu? Tite é um mágico? Não. Tite é um vencedor que confirma mais uma vez que nem sempre um grande jogador se transforma num grande treinador. Tite foi um jogador médio que teve sua carreira interrompida aos 28 anos por conta de uma contusão grave. Como treinador surgiu no Guarani de Garibaldi no Rio Grande do Sul em 1990. De lá para cá dirigiu 13 equipes e agora a Seleção Brasileira. Conquistou títulos e mais títulos. O primeiro em 2000 com o Caxias no Campeonato Gaúcho. Em 2001 ganhou a Copa do Brasil com o Grêmio. Quatro vezes campeão gaúcho com Veranópolis na segunda divisão, Caxias, Grêmio e Internacional na primeira. Ganhou a Copa do Brasil com o Grêmio em 2001; e foi conquistando Copa Sul-americana, Campeonato Brasileiro, Paulista, Copa Suruga, Libertadores, Recopa Sul-americana e Mundial de Clubes. Currículo maravilhoso para um treinador que começou na profissão aos 27 anos. Isso tudo pra dizer que Tite como num passe de mágica transformou uma seleção comprometida, em uma seleção vencedora e com vaga garantida para o Mundial da Rússia. O futebol brasileiro ressurge das cinzas e deve a ele a recuperação depois do desastre de 2014. Jogadores antes contestados readquiriram a confiança e o Brasil torna-se um sério candidato à conquista de 2018. É isso aí.

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