
O filme 
Produzido em “Preto e branco” mostra lances de todos os jogos do Brasil desde a estréia contra a Áustria quando vencemos por três a zero até a decisão contra a Suécia por cinco a dois. No filme há depoimentos de Zagalo, Djalma Santos, Moacir, Dino Sani, Zito, Mazzola, Paulo Planet Buarque, Mário de Morais, Luis Mendes, Just Fontaine e Kopa (França), Kesarev (União Soviética), jornalistas britânicos e suécos entre outros.

Produzido em “Preto e branco” mostra lances de todos os jogos do Brasil desde a estréia contra a Áustria quando vencemos por três a zero até a decisão contra a Suécia por cinco a dois. No filme há depoimentos de Zagalo, Djalma Santos, Moacir, Dino Sani, Zito, Mazzola, Paulo Planet Buarque, Mário de Morais, Luis Mendes, Just Fontaine e Kopa (França), Kesarev (União Soviética), jornalistas britânicos e suécos entre outros.
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1958 O ANO EM QUE O MUNDO DESCOBRIU O BRASIL retrata com fidelidade a primeira conquista do nosso futebol. Estive lá como convidado prestigiando a exibição. Muitos fatos que não chegaram ao conhecimento do grande público são mostrados no filme. O futebol charmoso do selecionado brasileiro que arrancou aplausos dos torcedores. O reconhecimento de todos os adversários do Brasil pelo futebol que o time "Canarinho" apresentou naquela Copa.
O que ocorreu 
Exceto os jornalistas da época, poucos sabiam que o ponteiro Joel do Flamengo titular nas duas primeiras partidas comunicou ao treinador Vicente Ítalo Feola que sentia uma contusão e que talvez não agüentasse os 90 minutos contra a União Soviética que foi nosso terceiro jogo. Como não eram permitidas substituições, Feola escalou Garrincha que se transformou num dos fenômenos da Copa. Dino Sani também titular contundiu-se no segundo jogo diante da Inglaterra (0 a 0) sendo substituído por Zito. Na partida final Nilton De Sordi até então titular da lateral direita foi substituído por Djalma Santos por estar contundido.

Exceto os jornalistas da época, poucos sabiam que o ponteiro Joel do Flamengo titular nas duas primeiras partidas comunicou ao treinador Vicente Ítalo Feola que sentia uma contusão e que talvez não agüentasse os 90 minutos contra a União Soviética que foi nosso terceiro jogo. Como não eram permitidas substituições, Feola escalou Garrincha que se transformou num dos fenômenos da Copa. Dino Sani também titular contundiu-se no segundo jogo diante da Inglaterra (0 a 0) sendo substituído por Zito. Na partida final Nilton De Sordi até então titular da lateral direita foi substituído por Djalma Santos por estar contundido.
Que golaço!

Dino Sani 
Revelado pela SE Palmeiras nas categorias de base, emprestado ao XV de Jaú, ao Comercial da capital, firmando-se no São Paulo, jogando na seleção, no Boca Juniors, no Milan e encerrando sua brilhante carreira no Corinthians, Dino Sani esclareceu dúvidas. Após a exibição do filme, as pessoas presentes ao Museu do Futebol participaram de um papo super interessante e esclarecedor com Dino Sani, um “Gentleman”. Dino contou que a concentração brasileira só era aberta uma hora diária para a imprensa; os jogadores ficaram completamente fora de qualquer contato com empresários, dirigentes de clubes, como ocorre hoje. Era concentração mesmo. E disse Dino: “Não se tomava conhecimento das coisas de ocorriam na Suécia”. Recebíamos correspondência das famílias (Cartas) e telefonar nem pensar. Havia respeito entre todos desde o comando fantástico de Paulo Machado de Carvalho passando por todos os que estiveram a serviço da Seleção Brasileira. Nessa primeira conquista brasileira ressaltou Dino Sani que a seleção teve pela primeira vez um preparador físico à disposição. Paulo Amaral era duro na queda e exigia muito dos jogadores dando-lhes excelente preparo físico.
Revelado pela SE Palmeiras nas categorias de base, emprestado ao XV de Jaú, ao Comercial da capital, firmando-se no São Paulo, jogando na seleção, no Boca Juniors, no Milan e encerrando sua brilhante carreira no Corinthians, Dino Sani esclareceu dúvidas. Após a exibição do filme, as pessoas presentes ao Museu do Futebol participaram de um papo super interessante e esclarecedor com Dino Sani, um “Gentleman”. Dino contou que a concentração brasileira só era aberta uma hora diária para a imprensa; os jogadores ficaram completamente fora de qualquer contato com empresários, dirigentes de clubes, como ocorre hoje. Era concentração mesmo. E disse Dino: “Não se tomava conhecimento das coisas de ocorriam na Suécia”. Recebíamos correspondência das famílias (Cartas) e telefonar nem pensar. Havia respeito entre todos desde o comando fantástico de Paulo Machado de Carvalho passando por todos os que estiveram a serviço da Seleção Brasileira. Nessa primeira conquista brasileira ressaltou Dino Sani que a seleção teve pela primeira vez um preparador físico à disposição. Paulo Amaral era duro na queda e exigia muito dos jogadores dando-lhes excelente preparo físico.
Qualidade 
O futebol praticado pela Seleção Brasileira de 1958 me dá a certeza de que foi a melhor que o Brasil já teve em uma Copa do Mundo. Bola de pé em pé, dribles, chutes, desarme como poucas vezes se viu no futebol. E aquela história de que as seleções jogavam num ritmo menos acelerado é uma grande mentira. O que corriam as seleções que o Brasil enfrentou foi uma grandeza. Nosso “scratch” jogou com a bola no pé, com qualidade individual e de conjunto. É por isso que o título colocado neste filme retrata a mais pura realidade: “1958 O ANO EM QUE O MUNDO DESCOBRIU O BRASIL”.

O futebol praticado pela Seleção Brasileira de 1958 me dá a certeza de que foi a melhor que o Brasil já teve em uma Copa do Mundo. Bola de pé em pé, dribles, chutes, desarme como poucas vezes se viu no futebol. E aquela história de que as seleções jogavam num ritmo menos acelerado é uma grande mentira. O que corriam as seleções que o Brasil enfrentou foi uma grandeza. Nosso “scratch” jogou com a bola no pé, com qualidade individual e de conjunto. É por isso que o título colocado neste filme retrata a mais pura realidade: “1958 O ANO EM QUE O MUNDO DESCOBRIU O BRASIL”.
Um comentário:
O Brasil calou a boca do cheirador Maradona. Todo o time jogou bem de mais e não caiu na conversa deles.
Parabéns para a Seleção Brasileira que já está na Copa.
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