
Cinco
campeonatos podem começar a preparação do sistema para os testes: Brasileirão,
A-League, Bundesliga, Supertaça Cândido Oliveira e Taça de Portugal. A Real
Associação de Futebol dos Países Baixos (KNVB), que gere o futebol holandês,
também vai definir as competições que receberão os experimentos.
Inicialmente,
os testes serão off-line, como o já realizado pela CBF no final do Campeonato
Carioca. O teste final antes da liberação ampla às confederações está marcado
para o Mundial de Clubes da FIFA, em dezembro deste ano. Se o planejamento for
concluído, o uso online poderá acontecer em 2017.
A
experiência offline consiste em toda a mecânica de disponibilização de replay
para análise do árbitro de vídeo, mas ele não fica em contato com o árbitro
principal do jogo. No uso online, o AV estará agindo "pra valer". – Para nós é
um orgulho porque esse embrião nasceu aqui, no Brasil, com o projeto do diretor
técnico da Escola de Arbitragem, Manoel Serapião. Abraçamos esse conhecimento e
estamos começando a colher os resultados, com essa primeira aprovação do IFAB e
o interesse de outras confederações – destaca o presidente da Comissão de Arbitragem
da CBF, Sérgio Corrêa.
Entretanto,
a FIFA pode liberar testes online em jogos específicos, como amistosos, antes
de 2017.
– O IFAB
acredita que a melhor maneira de responder à questão de saber se a
implementação de VARs vai melhorar o jogo é testá-lo em diferentes regiões –
afirma o secretário do órgão, Lukas Brud .
O primeiro
workshop sobre árbitro de vídeo foi realizado maio e oficinas adicionais serão
agendadas nos próximos meses. O uso inicial do AV é projetado para durar dois
anos. Até 2019, o IFAB decidirá sobre o emprego definitivo desse recurso e
inclusão no livro oficial de regras.
Obs: Texto extraído do site da
cbf.com.br