
Primeiro tempo
No primeiro tempo o selecionado brasileiro dominou amplamente criando pelo menos três chances reais de gol com Neymar recebendo livre e chutando rente ao poste direito; Lúcio desviando em cima do goleiro e André Santos entrando na diagonal e quase dentro da pequena área batendo forte por cima da trave. Os paraguaios apelaram para jogadas violentas sem que o árbitro aplicasse o cartão. Estigarribia por exemplo cometeu sete faltas. Outro que chegou junto e várias ocasiões foi Vera, encarregado de policiar os passos de Neymar. O Paraguai teve a defesa bem postada impedindo especialmente que as bolas chegassem a Alexandre Pato.
Segundo tempo
Nesta etapa o Brasil continuou dominando e sofrendo com as jogadas violentas dos paraguaios. Paulo Henrique Ganso quase marcou aos 15 chutando no canto para o desvio do goleiro na trave e na sequëncia a bola perdeu-se pela linha de fundo. Aos 27 minutos em chute de Alexandre Pato a defesa paraguaia salvou gol certo. Alexandre Pato e Neymar tiveram várias oportunidades para marcar. E apesar das chances criadas pelo Brasil o jogo terminou em zero a zero no tempo regulamentar.
Prorrogação
Nos primeiros 6 minutos o Brasil ficou encolhido na defesa. Só a partir do sétimo minuto partiu novamente para o ataque. Aos 12 minutos uma confusão determinou a expulsão de Lucas Leiva do Brasil e Alcaraz do Paraguai. Quem provocou toda a confusão foi Estigarribia, aliás, jogador que cometeu mais de 10 faltas e só tomou cartão amarelo no segundo tempo da prorrogação. E apesar do amplo domínio brasileiro a prorrogação também terminou em zero a zero.
Penaltis

Súmula
Dirigiu a partida o argentino Sérgio Pezzotta. Formou o Brasil com Júlio César; Maicon, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires e Paulo Henrique Ganso (Lucas); Robinho, Alexandre Pato (Elano) e Neymar (Fred). Alinhou o Paraguai com Villar; Verón, Alcaraz, Da Silva e Aureliano Torres (Marecos); Vera (Edgar Barreto), Riveros, Cáceres e Estigarribia; Lucas Barrios (Perez) e Haedo Valdez.
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